[RESENHA] Saga Maze Runner de James Dashner

Resolvi fazer esse post porque: nas minhas muitas voltas entre grupo de leitores no Facebook, sempre me deparo com a pergunta “Maze Runner é bom?”. E aqui vai a resposta:

Primeiramente, uma breve sinopse: Das histórias que já conhecemos, como Jogos Vorazes e Divergente, Maze Runner é mais uma distopia escrita por James Dashner que chegou fazendo sucesso com a adaptação do primeiro livro no cinema. Apesar de não ter caído tanto nas graças dos críticos, o público teen acabou gostando, tanto que já foi confirmada as sequências da saga: A Prova de Fogo e A Cura Mortal.

O que era para ser um trilogia, acabou virando quatro livros, sendo que o último conta a história de como tudo começou. Céus, vou me esforçar para não soltar nenhum spoiler, não prometo nada. Os personagens em “Ordem de Extermínio” não são os mesmos, acontece 14 anos antes de… Bom, antes de tudo. Depois dos quatro livros, o autor ainda publicou uma espécie de Spin-off da série, um livreto com pouco mais de 70 páginas, com os arquivos confidenciais da famosa CRUEL, a organização assassina, idiota, morram seus filhos da que aparece durante os 4 livros. “CRUEL é bom”. Não querendo comparar as sagas, mas já fazendo isso, o nível de suspense e a brutalidade se faz bem mais presente em Maze Runner do que nas outras duas distopias já citadas, e foi nesse ponto a mais que a série subiu no meu conceito, e hoje é minha distopia favorita.

O filme tinha saído há mais de um mês quando decidi ver, mesmo que 90% das opiniões as quais eu ouvia fossem negativas. Só por causa do Dylan O’Brien. Zueira. Cerca de uma semana depois comprei os livros. Mais uma semana, eles chegaram. Mais uma semana, adivinha. Acabei a saga.

Eu me odiei plenamente por ter lido tão rápido, a saga é cativante, eu simplesmente esqueci que existia vida social e mergulhei de cabeça naqueles livros. O dom de Dashner de te deixar intrigada, de fazer você tentar sempre saber o que vem em seguida, de sofrer junto com o personagem principal, é só impressionante! A impressão que o livro passa é que estão todos sempre muito sujos, machucados, que a qualquer momento uma coisa muito, muito, muito louca vai acontecer.

Sobre o final de “A Cura Mortal”: Pontos positivos: Personagens reais, “humanos”, não é do tipo de história em que as pessoas nunca dormem, ou nunca comem, ou tomam um tiro, sentem uma dorzinha e uma hora depois estão enfrentando dois dragões com um estilingue. Eu amei a escrita de James Dashner, é diferente, gostei de ler um livro com o ponto de vista principal de um garoto, corajoso, lutando não só para sobreviver, mas também pela sobrevivência dos amigos.

Pontos negativos: Se eu disser, vai ser spoiler, e na verdade, não é um ponto negativo. Desconsiderem, ou continuem lendo. Recomendo que não sejam curiosos.




Teresa devia ter morrido mais cedo.

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12 comentários sobre “[RESENHA] Saga Maze Runner de James Dashner

    • Hahahah sim, eu vi esse vídeo!
      Poxa, o livro é tão bom, acho que deveria ler :/
      Bom, na verdade, é o seguinte: Durante os três primeiros livros, é a história de Thomas e dos experimentos. Ocorreu explosões solares que queimaram quase tudo sobre a terra, ouve poucos sobreviventes, então uma doença supostamente “escapou” de um centro de controle, algo assim, que se chama Fulgor. Esse fulgor ataca o cérebro, deixa as pessoas loucas, piradinhas. Conforme a doença se dissemina, ela meio que perde a força, e as pessoas demoram mais para perderem o controle de si, e aí morrem.
      Como já deve ter visto a adaptação do primeiro livro, vamos pular para o segundo.
      Toda o “resgate” que ocorreu em Correr ou Morrer era uma farsa, é tudo parte de um teste que estuda o cérebro das pessoas, chamam de “variáveis” (quando aquele menino morreu por Thomas, era só mais uma variável para ver as emoções de Thomas, de certa forma ajuda no estudo para a cura do fulgor).
      Em A Prova de Fogo, um representante da CRUEL, a empresa que está atrás da cura, fala que eles precisam chegar no “refúgio seguro”, tem que atravessar um deserto (eu não me lembro a distância), e durante esse tempo acontece várias coisas MUITO loucas. Eles vão, a Teresa meio que “trai” o Thomas, mais uma váriavel para ter a cura. Eles podem ser controlados porque eles tem uma espécie de chip na cabeça, coisa assim.
      Acho que começou a ficar um pouco confuso, mas vamos lá.
      Eles atravessam também uma cidade cheia de Cranks, pessoas que tem o fulgor e estão ficando loucas, cada vez mais. Quando eles chegam no refúgio seguro, aparece mais umas coisas bem loucas lá, e já tem pouco deles, mais alguns morrem. Então, mais uma vez tem um carinha da CRUEL que fala para eles que, entre eles tem gente que não precisa da cura – são imunes -, e por isso estão sendo testados, para saberem o que os tornam imunes e como ter isso para eles. A cura mortal fala mais disso, mas vou escrever até amanhã aqui. Newt não é imune e Thomas é obrigado a matar ele. Os que restaram da fase 2 (o deserto) fogem da CRUEL, vão para uma cidade “segura” e planejam uma revolta contra a cruel, que depois de terem fracassado os experimentos, estavam reunindo novos imunes e colocando-os de volta no labirinto. Alguém desenvolve um dispositivo que desabilita todas as armas da cruel e enche o prédio de bombas. Eles invadem, Thomas vai resgatar o pessoal do labirinto, então, os rebeldes começam a detonar as bombas, Thomas salva cerca de 300 imunes, e é como se fosse um novo recomeço, o fulgor não tem cura, e você fica indignada depois porque pensa “poxa, tudo isso pra não ter cura?”. A Teresa morre salvando o Thomas, e ele acaba com a Brenda. Em ordem de extermínio, é descoberta a primeira pessoa imune, e descobrimos também que a doença não escapou, mas sim foi disseminada, pois os recursos naturais eram poucos para o tanto de sobreviventes das explosões solares. Eles acham que o virus mata na hora, mas ele se dissemina rápido demais, e aí, fim.
      Ufa, acabei hahaha

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  1. A escrita dele é muito lenta, apesar da pouca quantidade de detalhes. E o Thomas me é muito irritante, prepotente até. But…pq cê não gostou de PJO, moça?! Adoro o Percy, que também é prepotente -o que qse todo protagonista é- mas chega a ser de uma forma engraçada. Já leu Legend? Tá aí um protagonista masculino perfeito, nossa! 😍

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  2. UOA, vai coma caaaalma, Lay. Muuuuita calma, hein?! kk A TERESA NÃO DEVIA TER MORRIDO!! TÁ LOUCA CRIATURA?! Tua resenha tá maravilhosa, apesar de eu discordar de algumas coisa -o CRUEL É bom 💅😘 E sobre a saga: não é minha distopia favorita, por motivos de, escrita mesmo. Tenho um asco pela escrita do James, mas o enredo da história é tão bom que valeu a pena.

    Curtido por 1 pessoa

    • Achei que ela morreu tarde demais… Mas ein, qual seu preconceito com meu Jamesinho? Hahahahahahah
      A história é sensacional, gostei de ler uma saga com um garoto principal, já que: divergente, jogos vorazes, instrumentos mortais, Hush Hush, fallen, tudo meninas e meninas. Abro exceção para Percy Jackson, que eu li e o protagonista é menino, mas aí meu problema é com a saga, não gostei. Vai saber hahahah

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