Série: Dexter

Título: Dexter

Gênero: Drama criminal, Mistério, Suspense, Humor

Roteirista: Clyde Phillipes; Chip Johannessen; Michael C. Hall; Daniel Cerone; Scott Buck

Elenco: Michael C. Hall (Dexter Morgan); Jennifer Carpenter (Debra Morgan); James Remar (Harry Morgan); C.S. Lee (Vince Masuoka); David Zayas (Angel Bastista); Lauren Vélez (Maria LaGuerta); Desmond Harrington (Joey Quinn); Julie Benz (Rita Bennett)

Número de temporadas: 8

Número de episódios: 96

Sinopse: 

A série tem como protagonista Dexter Morgan, um especialista forense em sangue, que trabalha para o Departamento de Polícia de Miami e que vive indeciso entre sua personalidade assassina e a inconsciente relação afetuosa que mantém com sua namorada e os filhos dela. A trama é completada com os conflitos e afetividade existentes entre o protagonista e sua irmã de criação, Debra, filha do policial que adotou Dexter quando criança e lhe instruiu um rígido código de conduta para direcionar seus impulsos homicidas de maneira que não prejudique as pessoas inocentes e sim, apenas assassinos frios.

Minha visão: 

Depois de muito pensar, aqui está minha série preferida desde seu final destruidor. – já estou chorando -. Mudando completamente o clima e objetivo das séries resenhadas anteriormente, Dexter é o seriado perfeito para quem curte uns caras psicóticos, doidos por sangue e prontos para matar – brincadeira, ou não -. Narrada por Dexter Morgan, um analista forense (para quem não manja das paradinhas, como eu, analista forense seria legista, perito), especializado em padrões de dispersão de sangue – medo – que tem gostos peculiares apresentados desde criança – tipo matar o cachorro do vizinho que fica latindo a noite toda -, tais gostos são percebidos por seu pai adotivo durante a sua infância. Harry é um policial que vê em seu filho um provável psicopata, como policial ele não teria muitas escolhas com as necessidades de Dexter, apenas entregar o garoto as autoridades ou qualquer outra coisa do tipo, mas ao invés disso ele arranja uma “solução” até porque o carinho e o amor já havia sido criado pelo menino, a última atitude a ser tomada naquele momento seria entregar uma criança a policia, mesmo com os traços de psicopatia.

A “solução” seria treina-lo a conviver com as pessoas em geral, e a controlar seus instintos violentos: assim foi criado o “código” – vocês irão ouvir muito isso, “the code”, aaaai que saudade! -.  O código era basicamente não ser pego e apenas, APENAS usar seus instintos com assassinos perigosos a sociedade com tendências a não parar. Essa foi a parte teórica até Dexter completar 16, talvez 17 ou 18 anos, – eu não lembro, desculpa geeente – onde não conseguia suportar mais o peso de não satisfazer seu “dark passenger” (nome dado a suas compulsões. – vocês irão ouvir muito isso também. AAAAAAAHG SAUDADES!!!).

Quando a pessoa fica histérica só de falar sobre a série preferida hahaha. AMOOO!

Por fim, acontece a primeira morte onde em sua cabeça está saindo tudo perfeito, ele está oficialmente no código. Harry presencia o ato, e como qualquer pessoa não se sente bem por ter criado “aquilo” com uma boa índole sendo policial, não se sente confortável ao ver seu filho matando um homem, mesmo com todas as provas de que esse ser não é o mais indicado a viver em sociedade, e como ele deixaria o próprio filho viver assim ?

Esse foi um #tbs, agora vamos voltar ao presente. Agora foco na missão. 

Isso tudo ocorreu antes de sua vida adulta, antes de Harry morrer. Depois o meu garoto Dex fica sozinho, bom, nem tanto. Debra Morgan, sua irmã adotiva, filha biológica de Harry, se apega mais ao irmão depois da morte do pai mesmo não sabendo do segredo de Dexter. Debra é super presente em sua vida, sempre do lado do irmão, vamos nos apegando a ela aos poucos que acaba sendo natural a presença dela a cada episódio. Seguindo os passos do pai, ela se torna policial, onde a torna cada vez mais presente, trabalhando no mesmo local que o irmão em Miami Metro Homicide – ai que lindo, sério eu amo demais tudo isso -, é inserida mais uma personagem cheia de realidade, deixo claro que ela não é do tipo fofa, ou coisa assim, ela é o tipo de personagem que eu fico tipo “meeeeu deus, isso é real?”. Essa tal realidade que digo é o modo com que ela consegue passar os sentimento, atitudes, sem algum estereótipo de que a mulher é fraca e de que não consegue lidar com qualquer pressão sentimental, uma personagem forte e com grande credibilidade na minha listinha de amigos.

E na minha opinião ela deve representar a maior parte das mulheres, trabalhando em um ambiente tecnicamente hostil, tenta se integrar a policia de Miami tornando-se detetive. Esse acontecimento não é bem aceito por alguns colegas de trabalho, daí conseguimos ver quantas mulheres já conseguiram aquele cargo. Quantas mulheres tiveram chances de receber aquele cargo e foram tratadas como incapazes de efetua-lo. Debra foi uma, e soube lidar com toda essa carga. 

#DebraMorganMeRepresenta

Em Miami Metro é uma chuva de personagens que vou levar pra vida toda no meu coração, Vince Masuoka e sua risada épica – preciso de um áudio dela -, trabalha com Dex na parte de analise forense. Temos também Angel Batista, meu sofredor preferido, como pode dar tudo errado na vida desse homem, meu Deuuus?! Claro né, com a LaGuerta no pé, o mulherzinha. Ainda bem foi ver os anjos, pena que foi tarde demais. – Desculpem o spoiler, mas quem assistiu a série ai… Gostou da ida da LaGuerta ? Eu amei kkk. –  Joey Quinn, Quinn, Quinn… Amei tu por todos esses dias de maratona, esperando um final feliz, um amor, pra acontecer isso. Oh sofrência da miséria!

Dexter tem uma vida bem rotineira, acorda, pratica alguma atividade física, toma café, vai ao trabalho, alguns dias da semana vai ao boliche com o pessoal da Miami Metro, volta para casa com novas informações de um potencial assassino e blá, blá, blá. Só que essa rotina acaba sendo questionada por seus amigos, “por que um homem jovem adulto e solteiro fica tão sozinho ? ” Dexter não é um cara normal, porém ele precisa parecer, porque como diz o código, não seja pego. Lá se vai Dex, em busca de uma possível namorada, Rita linda, songa e monga aparece, e só deixo um comentário. SHIPPO INFINITAMENTE.

ALÔ QUERIDOS ROTEIRISTAS: Deixo aqui um forte abraço á todos vocês depois de um final tão mal feito quanto algumas temporadas. Esperava mais depois do fracasso de tirar a essência do personagem principal, que era ser psicopata. Estou de olho em  vocês, beijinhos de luz.

Essa foi a resenha do domingão, espero que vocês tenham gostado muitão porque eu realmente amei escrever. Quem não viu corra atrás do prejú como eu e vá assistir esse mocinho chamado Michael C. Hall dar um show em Dexter.

Até a próxima galerinha do bem.  

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2 comentários sobre “Série: Dexter

  1. Exatamente, cadê o psicopata ? Fico revoltada quando mudam a personalidade dos personagens, não agrada ninguém e ainda fazem isso com tanta frequência. Mesmo assim amoooo demais meu Dex ❤ kkk
    AAH sem contar a morte da Deb feita para deixar o climax de final de série e só.
    Não superei !

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  2. Eu gostava tanto das primeiras temporadas dessa série ❤ Depois da morte da Rita só decaiu. E o fim foi uma porcaria sem tamanho. Cadê o psicopata do começo? Era tão perfeito. Mas não… Tinham que fazer ele virar um 'mocinho'. Revoltante ¬¬

    Curtido por 1 pessoa

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